quarta-feira, 21 de junho de 2017

Contemplação do PPP na Escola que Queremos

O Projeto Político Pedagógico é a identidade, é a Constituição da escola. Ele é Político porque é um compromisso social, já que se compromete com a formação do cidadão para um tipo de sociedade que se deseja e é Pedagógico porque define as ações educativas e as características necessárias à escola para que ela cumpra seu propósito.
Sua elaboração deve contemplar uma clara descrição da clientela, que envolve alunos e comunidade, descrever a relação com as famílias, os recursos que serão utilizados, o estágio atual dos resultados do processo de aprendizagem e deve estabelecer metas e prazos de melhorias desses índices.
O PPP precisa, também, estabelecer as diretrizes e expectativas pedagógicas e apresentar os planos de ação para o alcance das metas e objetivos.
Pensando na comunidade escolar

terça-feira, 20 de junho de 2017

Construção do Projeto Político Pedagógico


 
O PPP é construído a partir do contexto escolar, ou seja, da realidade, da flexibilidade e das propriedades de cada comunidade escolar.
Seu planejamento só é eficiente quando apresentar os quatro momentos que o formam:
1) em que situação estamos;
2) em que direção queremos ir;
3) como está nossa caminhada em relação a esta direção estabelecida;
4) o que vamos fazer e como vamos viver para mais nos aproximarmos do horizonte traçado.

Os professores precisam:
*entrar em acordo sobre qual é o ambiente sociocultural predominante na escola e quais são as suas necessidades;
*pesquisar, observar deficiências e conflitos mais detectados entre os alunos e na comunidade;
*estabelecer objetivos a curto e médio prazo para responder às mais importantes necessidades detectadas;
*adotar critérios metodológicos compartilhados e sistema de avaliação centrado no processo;
*perder o medo de trabalhar coletivamente com outros colegas ou à sua presença e à auto-avaliação conjuntas.

Planejar participativamente, pensar em administração voltada aos princípios da gestão democrática e construir projetos escolares, que além de pedagógicos sejam também políticos, é o desafio de toda escola que consegue pensar grande, apesar de todas as dificuldades vivenciadas no processo escolar.
De acordo GANDIN:
“Se alguém quer que as pessoas participem, deve, antes de qualquer coisa, levá-las a sério. Quando houver desejo real de planejamento participativo, um aspecto metodológico constitui-se ponto fundamental: recolher o que as pessoas sentem, desejam e pensam da maneira que elas pensam, desejam e sentem, utilizando as próprias palavras que as pessoas escrevem ou pronunciam. O importante é definir que, para construir um processo participativo com distribuição de poder, não é suficiente pedir sugestões e aproveitar aquelas que pareçam simpáticas ou que coincidem com pensamentos e expectativas dos que coordenam (1995)”
 

domingo, 28 de maio de 2017

Ao Mestre...


Quando a gente ensina, a gente continua a viver na pessoa que foi ensinada!

Gestão Democrática

O Brasil, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN (Lei nº9.394/96) ingressa em um novo momento de sua história. Generaliza-se uma consciência aguda de que este momento de implantação da Lei determinará, efetivamente, nossa capacidade de encontrar e dar solução para os grandes problemas que enfrentamos em matéria de ensino e de sua administração.
A LDBEN, ao contrário da legislação anterior, centrada no ensino, apresenta-se como uma ruptura radical, pois enfatiza a aprendizagem, deixando bem claro, em vários de seus artigos, que é a aprendizagem e o conhecimento do aluno que devem embasar a organização escolar.
Um novo homem (cidadão- sujeito), uma nova sociedade (com valorização do indivíduo e do coletivo), uma nova escola (democrática, autônoma, de qualidade) emergem de um paradigma que servirá como fonte de referência para as escolas.
 

Discutindo a LDBEN


 
O ensino brasileiro, a partir da Lei 9.394/96- a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional quer preparar o aprendiz, essencialmente, para o exercício consciente e pleno da cidadania, qualificando-o para o trabalho, a partir de princípios e bases filosóficas, assim configuradas em seu contexto como o respeito à igualdade, para que o aprendizado se processe e o ensino possa ser viabilizado; garantia à gratuidade do ensino, em estabelecimentos públicos oficiais; garantia e incentivo à gestão democrática do ensino público, na forma da legislação vigente; respeito à valorização do profissional da educação, em qualquer nível.
De forma oportuna, e em acertado momento, o reafirmamos, a LDBEN descortinou e aproximou novos horizontes para a Educação Nacional, apresentando fundamentos e indicando procedimentos a nortearem a organização pedagógica e curricular das unidades escolares e integrantes dos diversos sistemas de ensino, dando ao ensino brasileiro o caráter e o fundamento da realidade contextual, a perspectiva do futuro e as nuances da modernidade, dimensionada e estruturada, segundo a viabilização e expectativa da vinculação ao mundo do trabalho e à prática social.
O que é constatável e irrefutável é a rapidez com que a estrutura educacional, sua configuração curricular e sua metodologia devem ser reconstituídas, com flexibilidade exigível e exigidas, para ao atendimento ao apelo das diferenças impostas pelo tempo e pelo espaço. Isto significa alinhamento ao avanço tecnológico e à identificação com as tendências características e, até, imperativos regionais, o diferencial entre outros tempos e o agora.
Em nosso país, a problemática assume proporções, de acordo com a própria realidade nacional ao lado das profundas diferenças físicas, sociais, culturais e econômicas, face às exigências do meio em que estes sistemas se inserem e servem.
**Atuo na Educação Infantil e inquestionavelmente, um dos aspectos de maior relevância e projeção sócio/educacional/cultural da Lei LDBEN, foi o respaldo legal à consideração da Educação Infantil, atingindo crianças de 0 a 6 anos, como primeira etapa da Educação Básica, devendo ser oferecida em instituições responsáveis pela educação e cuidado pelas crianças. Contudo, ficou, na mesma medida, expressa e confirmada a responsabilidade e o compromisso da família e da comunidade com a educação, especialmente, nesta faixa etária, fundamental para a formação da personalidade e desenvolvimento de valores, hábitos e habilidades das crianças, em um ambiente lúdico e prazeroso.
Daí, a razão de ser expressa a proposta pedagógica para a Educação Infantil no regimento escolar, enfocando e conceituando a criança em desenvolvimento e crescimento integral e integrado no contexto social em que está inserida.

 

terça-feira, 16 de maio de 2017

Aprender e Acreditar


Flor de Lotus
Para mim, o significado da flor de lótus é de determinação e perseverança apesar da adversidade – um lembrete para sempre acreditar em nós mesmos, não importa os obstáculos e nem o quão escuro e tenebroso as circunstâncias possam parecer. Nós só temos que confiar em nós mesmos, acreditar em nossa própria beleza e bondade, e nós iremos, sem dúvida, florescer para a luz, assim como a flor de Lótus.

Muitas vezes nós só conseguimos enxergar o lado ruim das coisas, sendo pessimistas, reclamando da vida, porém sem fazer nada para mudar o destino. O segredo é seguir o exemplo da Flor de Lótus, que mesmo em meio ao lodo em que vive, não há nada que a impeça de florescer tão bela e formidável. Portanto, devemos deixar as mazelas de lado e se preocupar em produzir algo puro e belo, assim como a Flor de Lótus faz diariamente e com toda a tranquilidade.

http://www.japaoemfoco.com/flor-de-lotus-significado/

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pensamento...

"Aos outros, dou o direito de ser como são. A mim, dou o dever de ser cada dia melhor".
                                                                             Chico Xavier

Práticas Pedagógicas em Movimento

Viajar na educação me permite pesquisar e inovar através de novas leituras...
 
Aos alunos cabe a responsabilidade pela aquisição do conhecimento, e ao professor compete estimular e guiar convenientemente os potenciais da vontade e do raciocínio do educando.
Eis aqui o grande desafio do educador, todos os dias, em sala de aula, com a finalidade de motivar seus alunos. Modernamente, diria como Comenius: docentes ensinem menos e discentes aprendam mais. Esse é o caminho para o autodidatismo. O Dr. Ermelino João Pugliese dizia: "fácil de aprender, difícil de esquecer". Esta sua forma de pensar nos conduz a refletirmos quanto a inovação em cada aula que ministramos. Ao ensinar, o educador potencializa a inteligência e, quando conduz seus alunos à prática do que ensinou na escola ou através de trabalhos extras, está desenvolvendo a vontade. Toda atividade em sala de aula, ou extraclasse, desenvolve no aluno a inteligência e a emoção, porque é nesse momento que coloca em ação a sua vontade. Esta é a práxis pedagógica.
 
Entrevista com Dirceu Moreira (Psicólogo, Pedagogo, Doutor Honoris Causa em Psicologia da Relações Humanas: Conferencista e Consultor em educação e relações humanas).
Trecho retirado da Revista Aprendizagem ( a revista da prática pedagógica- Ano 5 nº22/2011)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Para você...

Espero que minhas postagens sirvam de entusiasmo para todos os professores que acreditam que educar é amar essa profissão que mexe com o futuro de cada ser humano que nos é confiado!

Tenham um ótimo fim de semana!!!! Essa rosa dedico a todos que visitam meu blog!


Reflexão


Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.
Rubem Alves

Projeto- Pensando em Grupo

A comunicação eficaz exige tornar comum, compartilhar informações. Para ter eficácia na comunicação devemos observar e analisar, com atenção o grupo para melhor compreendê-lo nas suas intenções e emoções.
Conhecimentos e referências existem para serem compartilhados.
Cooperação e colaboração fazem parte de um arranjo social e produtivo baseado na ideia de que ao contribuir com o grupo, cumprindo os papéis que lhe foram designados, é possível promover tanto o bem coletivo como o individual. Ou seja, ao mesmo tempo em que os resultados gerados são positivos para alcançar a realização do trabalho, eles fazem com que todos envolvidos naquele projeto possam ser beneficiados, que pensem em soluções, sejam flexíveis, tenham olhar inovador, cooperando em prol de um objetivo comum.
O desafio desse semestre, com trabalhos em grupo, nos permite consolidar a contribuição de cada pessoa buscando novas aprendizagens e trocas no contexto escolar, nos tornando mais conscientes das nossas escolhas e decisões, honrando a nossa verdade, os nossos propósitos e decisões.
 
                                                                  

Parabéns Colegas Pedagogos

Parabéns a todos "Pedagogos" que dedicam cada minuto de suas vidas na arte de educar!                                         O...