sábado, 18 de novembro de 2017

Cultura X Currículo X Educação


As mudanças culturais chegam às escolas através dos currículos, mas apenas na medida que se plasmam em práticas concretas, ou seja, a escolarização dominante em um projeto cultural diferente, implica um constante esforço para decodificar as condições da escolarização, porque sem transformação não há possibilidades de mudanças curriculares ou culturais, já que ao currículo está ligada uma forma de estruturação das escolas.
A cultura chamada popular, muitas vezes proposta como fundamento de uma educação para o povo, parte de mistificações românticas a respeito desse povo e foi tomada, às vezes, como fonte dos conteúdos dos currículos a serviço dos interesses do povo. A cultura popular é vista como um produto genuíno, anônimo e coletivo não adulterado.
Mas, como disse Sebreli (1992), não se pode falar de criações culturais coletivas propriamente ditas, confundindo-se a origem de uma determinada elaboração com o fato de ela ser assimilada coletivamente.
A intermediação didática, como disse Forquin (1989) impõe a emergência de configurações cognitivas específicas, os típicos saberes escolares, que adquirem uma dinâmica própria e são capazes de sair do âmbito escolar, chegando a ser parte da cultura popular.
É bom tomarmos consciência de que esta cultura é mais elaborada e o saber possui agentes culturais mediadores, como os professores, os livros e demais materiais didáticos.
Os processos de interação com o ambiente externo é o que mantém os alunos como indivíduos e a escola como mediadora entre a qualidade cultural e a pedagogia transformadora.
Portanto, o que se busca é a construção de um repertório básico referente à pluralidade cultural, suficiente tanto para identificar o que é relevante para a situação escolar como para buscar outras informações que se façam necessárias. Essa informação deverá também contribuir na constituição da memória coletiva do aluno, bem como na identidade nacional que se reconstrói a cada dia.

domingo, 12 de novembro de 2017

O olhar sobre as Necessidades Especiais

As pessoas com necessidades especiais, ao longo dos tempos, foram vistas pela sociedade de várias maneiras e sob diferentes enfoques, ou seja, foram consideradas conforme as concepções de homem e de sociedade, valores sociais, morais, religiosos e éticos de cada momento histórico.
Conforme as colocações da médica Izabel Maior, hoje a história segregativa no mundo e no Brasil atua como influenciadora da postura social que temos. As práticas preconceituosas de nossa sociedade refletem essa história massacrante e limitante da pessoa com necessidades especiais, pois somos resistentes a mudanças.
De acordo com a médica devemos nos reinventar, conhecer o outro onde as diferenças existem. A vida se renova constantemente e, nessa renovação, ocorrem as mudanças, os retrocessos e os avanços.
O importante é ressaltar que o individuo com necessidades especiais, seja deficiência física, cognitiva ou TGD, tem uma maneira especial de se desenvolver, uma maneira diferente, e não uma variante numérica do desenvolvimento normal.
O olhar crítico para a discriminação das pessoas portadoras de deficiências revela, com muita clareza, que nenhuma sociedade se constituí bem-sucedida, se não favorecer, em todas as áreas da convivência humana, o respeito à diversidade que a constitui. Esses indivíduos tem direito a uma vida digna em todas as etapas de sua existência, sendo elas nas condições de qualidade física, psicológica, social e econômica.
TGD
Costuma-se dizer que a grande dificuldade da criança com Transtornos Globais do Desenvolvimento é a social, sendo que esta acarreta consequências significativas na vida e na aprendizagem deste indivíduo.
O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.
Para poder ajudar os alunos autistas, é fundamental que a família e amigos os tratem normalmente, tentando entendê-los em sua forma de ser e assim tentar ajudá-los, propiciando tratamento em todas as áreas que precisem. O tratamento é basicamente feito com reabilitação: psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, escola, fisioterapia, musicoterapia, etc.
Não tenho experiência em relação a esse tema, mas quando desenvolvi um projeto em sala de aula sobre " As diferenças existem", trabalhei com vários tipos de discriminações em relação as inclusões e através da leitura do livro "Miguel", da editora Salamandra, conheci essa história abordando sobre o autismo.
Um breve relato...
Miguel era diferente das outras crianças da escola. Desligado, sempre atrasado, ele parecia alheio a tudo o que acontecia, vivendo num universo só dele. Mas Miguel, na verdade, era um pequeno cientista, cheio de planos e sonhos. Para ele, os modelos e padrões tradicionais de aprendizagem de nada serviam: sua mente estava sempre em busca de novidades. Como lidar com a criança que não se interessa pelas propostas escolares, mas tem os olhos abertos para o mundo? O livro possibilita uma bela reflexão sobre esta realidade, apontando para a necessidade de repensarmos o nosso modelo atual de escola.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Educação Especial


A partir do século XIX, tempo de grandes descobertas no campo da medicina, da biologia e da saúde, passou-se a estudar os deficientes de modo a procurar respostas para seus problemas. Assim, começou o que se chama de segregação institucional: o  deficiente era tratado como um doente em alguma instituição. Excluídos da família e da sociedade, portadores de deficiências eram acolhidos em asilos de caráter religioso, muitas vezes passando ali toda sua vida. Ao mesmo tempo, foram surgindo algumas escolas especiais e centros de reabilitação, pois a sociedade começava a admitir que deficientes poderiam ser produtivos se recebessem treinamento adequado.
No Brasil, o atendimento especial aos portadores de deficiência começou oficialmente no dia 12 de outubro de 1854, quando D.Pedro II fundou o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, no Rio de Janeiro.
Pouco a pouco, graças a organização como a Sociedade Pestalozzi e a APAE, a questão da deficiência foi saindo do âmbito da saúde - afinal deficiente não é doente - para o âmbito da educação.
A necessidade de uma política de educação especial foi se delineando nos anos 70, quando o Ministério da Educação e Cultura, assumia que a clientela da educação especial é que requer cuidados especiais no lar, na escola e na sociedade.
Afinal, o que era diferente era desconhecido e misterioso, e o desconhecido era fonte de medo. Do medo ao preconceito é um pulo, daí a exclusão absoluta das "pessoas diferentes".
Em 1986, a expressão "alunos excepcionais" foi substituído por "alunos portadores de necessidades especiais".
No aspecto pedagógico, também a escola necessitou adequar-se a necessidade de estudar a inclusão e a exclusão dos sujeitos na Escola.

A integração significa a inserção da pessoa deficiente preparada para conviver na sociedade.
Já a inclusão significa a modificação da sociedade como pré-requisito para a pessoa com necessidades especiais buscar seu desenvolvimento e exercer sua cidadania.
Uma ação educativa comprometida com a cidadania e com a formação de uma sociedade democrática e não excludente deve, necessariamente, promover o convívio com a diversidade, que é marca da vida social brasileira.
Pelo lado das crianças que apresentam necessidades especiais, o convívio com as outras crianças se torna beneficio, na medida em que representa uma inserção de fato no universo social, e favorece o desenvolvimento e a aprendizagem, permitindo a formação de vínculos estimuladores, o confronto com a diferença e o trabalho com a própria dificuldade,
 

domingo, 5 de novembro de 2017

Autismo x Inclusão


Para ajudar os alunos autistas na inclusão escolar , é fundamental que a família e amigos os tratem normalmente, tentando entendê-los em sua forma de ser e assim tentar ajudá-los, propiciando tratamento em todas as áreas que precisem. O tratamento é basicamente feito com reabilitação de profissionais especializados em psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, musicoterapia e o envolvimento da escola para receber esse aluno.
Antes de tudo, devemos ter certeza de que estamos lidando com um autista e conhecer suas principais características. A família tem que participar deste processo, observando o comportamento da criança que deve servir como sinal nesse diagnóstico.
Assim, poderemos nos organizar para incluir esse aluno na turma: construindo regras bem estabelecidas; manter a sala bem organizada com a mesma distribuição todos os dias dos objetos; manter o máximo possível a rotina da sala e da escola e quando mudar esta rotina devemos prepará-lo anteriormente.
O autista tem tendência a ser insistente, por isso devemos estar preparados para certos imprevistos. O certo é colocarmos o aluno o mais próximo de nós, observando se ele está presente no momento que  iniciar uma atividade.
Em alguns momentos ele irá preferir ficar isolado, pois são bastante apegados ao passado.
As atividades podem ser aplicadas através de recursos visuais, coloridos, que chame a atenção. Seu poder de concentração é pequeno para a realização das atividades.
Mas quando formos falar com nosso aluno autista devemos pedir que ele olhe sempre em nossos olhos.
O autismo não é um distúrbio do contato afetivo, e sim um distúrbio do desenvolvimento.
 

Inclusão escolar: exceção x direito?

A inclusão escolar não é uma exceção no processo educacional, é um direito ao acesso igualitário ao ensino, embora tendo objetivos e processos individuais diferentes.
A Educação Especial, termo cunhado para a educação dirigida aos portadores de deficiência, de condutas típicas e de altas habilidades, é considerada pela Constituição brasileira, como parte inseparável do direito à educação.
Os avanços no pensamento sociológico, filosófico e legal vêm exigindo, por  parte do sistema educacional brasileiro, o abandono de práticas segregacionais que, ao longo da história, marginalizaram e estigmatizaram pessoas com diferenças individuais acentuadas.
Pela Constituição Federal, Capítulo II, Seção I, art.205, "a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade(...)". Por si, este artigo já valeria para os deficientes. Além disso, o artigo 208, inciso III, reassegura o "(...) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino".
Por último, a Lei Federal 7.853 dispõe sobre o apoio aos deficientes e sua integração social, definindo o preconceito como crime. Nesse sentido, nenhuma escola regular ou infantil pode recusar, sem justa causa, o acesso do deficiente à instituição. A pena aos infratores é de um  a quatro anos de prisão, além de multa.
 


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Teoria psicogenética de Jean Piaget

Segundo Piaget, os estágios do desenvolvimento da criança aparecem em uma ordem necessária. Esses estágios não podem ser queimados, pois um prepara o outro e são construídos sobre estruturas anteriores.
O desenvolvimento se dá a partir da relação entre o sujeito (com sua carga genética e sua história pessoal) e o meio onde está inserido (objetos, valores morais e existência do outro).
A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage.
Segundo a teoria piagetiana, a espiral do conhecimento, se dá na constante interação entre o indivíduo e o mundo exterior, pelo qual se desenvolve o processo intelectual do ser humano. A interação leva a uma oscilação continua entre equilíbrio e desequilíbrio. Quando o equilíbrio se restabelece, tem-se uma adaptação.
Na questão da aprendizagem, esses estágios podem favorecer, ao professor, o conhecimento sobre a criança, seu desenvolvimento e sua forma de aprender, criando uma proposta pedagógica, que aproveita os recursos que a criança mesmo oferece, para que esta aprendizagem aconteça de forma mais prazerosa.
Nesse sentido é preciso abranger todos os estágios do desenvolvimento cognitivo do ser humano: Sensório-motor; pré-operatório; operatório concreto; operatório formal.
É preciso integrar todos os estágios para que ocorra a aprendizagem, isto é, deve existir uma conexão entre eles.
Refere-se ao domínio da razão, da inteligência, compreensão desde simples informações, conhecimentos específicos, intelectuais, até ideias, princípios, habilidades mentais, análise, síntese e aplicação.

sábado, 23 de setembro de 2017

Deficiências- Mário Quintana

"Deficiente" é aquele  que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outra pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possuí.
"Cego" é aquele que não vê seu próprio morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre".

Autor: Mário Quintana

Atitude de Empatia e Solidariedade


Um dos grandes temas da ética é: O que está e o que não está em nosso poder? Até onde vai o poder de nossa vontade, de nosso desejo, de nossa consciência? Enfim, até onde alcança o poder de nossa liberdade?
A questão da liberdade é um dos grandes temas nas discussões morais. Mais que escolher entre duas alternativas, liberdade é decidir conscientemente por que se está tomando esta atitude e não outra. Assim, a liberdade pressupõe uma pessoa que interiorize as razões pelas quais se age, ou seja, um sujeito que se coloca como a causa última das próprias ações.
O desenvolvimento da consciência e da capacidade de atribuir sentido ao mundo aumentam a possibilidade de ação livre das pessoas. Ao contrário, nas situações em que não conseguimos compreender o que  está se passando, que não entendemos o que nos acontece, nossa capacidade de tomar decisões é muito mais limitada e restrita. Somos livres  para tomar uma decisão, mas devemos assumir a autoria daquilo que decidimos fazer.
A reflexão sobre os valores morais serve para aprendermos a lidar melhor com a nossa capacidade de escolher e com o uso dessa particularidade humana, que é a liberdade. Ao definirmos o que é bom ou mau, estamos projetando um modo de viver humanamente, em sociedade. Assim, é na relação com o outro que podemos exercer a liberdade. Tratar o outro como humano é criar condições para que o outro, fortalecido na sua condição de humano, possa reconhecer e fortalecer a nossa própria condição humana, repudiando toda discriminação baseada em diferenças de raça/etnia, classe social, crença religiosa, sexo e outras características individuais ou sociais.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Pensando em Inclusão

A partir da leitura da Nota Técnica 04/2014 do MEC/SECADI/DPEE e segundo o relatório da ONU, todo mundo se beneficia da educação inclusiva.
Relacionamos algumas vantagens:
*Para os estudantes com deficiência:
- aprendem a gostar da diversidade;
- adquirem experiência direta com a variedade das capacidades humanas;
- demonstram crescente responsabilidade e melhor aprendizagem através do trabalho em grupo, com outros deficientes ou não;
- ficam mais bem preparados para a vida adulta em uma sociedade diversificada, entendem que são diferentes, mas não são inferiores.
*Para estudantes sem deficiência:
- têm acesso a uma gama bem mais ampla de papéis sociais;
- perdem o medo e o preconceito em relação ao diferente, desenvolvem a cooperação e a tolerância;
- adquirem grande senso de responsabilidade e melhoram o rendimento escolar;
- são melhor preparados para a vida adulta porque desde cedo assimilam que as pessoas, as famílias e os espaços sociais não são homogêneos e que as diferenças são enriquecedoras para o ser humano.
Como vimos, as soluções não dependem única e exclusivamente dos sujeitos envolvidos com o problema da inclusão e exclusão, mas também da comunidade e de uma política educacional governamental que seja justa e adequada, no sentido de promover condições para o trabalho educacional.
Não precisamos de laudos médicos , mas sim parcerias com órgãos de atendimentos especializados, que estimulem o processo de ação social que nos é atribuída.
Para tanto, é necessário preparar a escola para incluir nela o aluno especial, e não excluí-lo.
Acredito que a escola deve buscar contribuir para a transformação da realidade, na qual o fator educativo é um componente do processo cidadão, oportunizando o diálogo no espaço escolar, onde nos permite vivenciarmos, discutirmos e refletirmos as condições de participação e de aprendizagem dos alunos portadores de necessidades espaciais.
Referência:
Nota Técnica 04/2014 do MEC/SECADI/DPEE. Disponível em:



domingo, 17 de setembro de 2017

Consciência Social

É bastante comum vermos pessoas que não concordam em determinados assuntos, como religião, política, moral, etc. Isso ocorre porque elas têm escalas de valores diferentes umas das outras. É a chamada crise de valores; como as normas morais estão sempre mudando, os indivíduos sentem-se inseguros ao tomar decisões individuais.
O problema é que não estamos acostumados a refletir e buscar o "porquê" de nossas escolhas, dos comportamentos, dos valores. Agimos por força do hábito, dos costumes e da tradição, tendendo a naturalizar a realidade (social e política), considerando normal conviver lado a lado as mansões e os barracos, as crianças e os mendigos nas ruas; achando que inteligente e esperto levar vantagem em tudo e considerando como sendo tolo aquele que procura ser esperto.
Como devo agir perante os outros? Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida.

Ideias Éticas e Moral

 Violência X Valores

Na história das ideias éticas (desde a Antiguidade Clássica até nossos dias) é possível perceber que, em seu centro, encontra-se o problema da violência e dos meios para evita-la, diminuí-la, controlá-la.
Diferentes sociedades e culturas instituíram conjuntos de valores éticos como padrões de conduta, de relações interpessoais, de comportamentos sociais que pudessem garantir a integridade física e psíquica de seus membros e a conservação do grupo social.
No decorrer do tempo, é possível observar que os valores morais vão se modificando na História, porque seu conteúdo é determinado por condições históricas. Assim, as várias culturas e sociedades não definiram ( e não definem) a violência da mesma forma; elas lhe dão conteúdos diferentes, segundo os tempos e lugares.
Do ponto de vista da ética, somos pessoas e não podemos ser tratados como coisas. Os valores éticos garantem nossa condição de sujeitos, proibindo moralmente o que possa nos transformar em coisa usada e manipulada por outros. As normas éticas visam impor limites e controles ao risco permanente da violência.
Dessa forma, toda cultura e cada sociedade instituem uma moral, isto é, valores relativos ao bem e ao mal, ao permitido e ao proibido, válidos para todos os seus membros. No entanto, a simples existência da moral não significa a presença explícita de uma ética, isto é, uma reflexão que discuta, problematize e interprete o significado dos valores morais.
 
 

Parabéns Colegas Pedagogos

Parabéns a todos "Pedagogos" que dedicam cada minuto de suas vidas na arte de educar!                                         O...