terça-feira, 13 de setembro de 2016

Desafios e mudanças

Nesse momento, urge dar um novo significado ao espaço escolar, transformando-o em espaços vivos de interações, aberto ao real e às múltiplas dimensões.
Nossos passos devem ser fortes cheios de esperança, porque se acredita no homem, acredita-se na possibilidade das ideias que se tentou expor e que se pretende assumir e aperfeiçoar no exercício do desenvolvimento da qualificação profissional.
Deixo uma reflexão para os leitores que dão uma espiadinha no meu blog: O que torna o professor uma pessoa significativa?



terça-feira, 6 de setembro de 2016

Professor Transformador

   É necessário avaliar a questão do planejamento como opção metodológica durante o desencadear do processo de ensino, descobrindo assim possibilidades e/ou resultados que possam contribuir com a busca da aproximação entre a escola que temos e aquela escola que a comunidade escolar deseja.
Embora seja um trabalho desafiador e sedutor , encontramos algumas dificuldades como: o medo inerente a qualquer tipo de grande mudança, exigindo novas estruturações e posicionamentos, saída do comodismo e muitas vezes exigindo grandes sacrifícios.
Precisamos deixar de ser um mero espectador para poder fazer história!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A Ação Docente

A educação está em crise! É chegada a hora de analisar maduramente as metodologias que estão sendo utilizadas na escola e optar por aquela que melhor venha atender a esses alunos que necessitam de conhecimentos.
A valia desta luta depende da ousadia de cada escola em querer o novo caminho de construção da confiança na capacidade de transformar as relações sociais. 
Devemos nos livrar de tudo que é velho e morto, levantar mais forte no sistema de ensino e fazer a diferença na valorização dos profissionais da educação.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Elementos da narrativa


Era uma vez, em um pequeno bosque chamado Livro, onde os elementos da Língua Portuguesa viviam em harmonia, havia uma pequena escola "Brincando com as letras".

     Nessa escola tinha uma turma muito barulhenta, eram as letras do alfabeto dirigidas pela professora Ortografia.

     Certo dia, no meio de uma atividade, as letras resolveram entrar em conflito com o colega H e a professora Ortografia teve que interferir para a turma não ficar dividida. Naquele dia, todos foram para casa contrariados, pois o colega H não respeitava quando a professora estava explicando os conteúdos e suas aprendizagens não estavam alcançando os objetivos propostos.

     Foi então que, a supervisora Gramática, colocou algumas regras que resolveria o problema da turma das Letras, que seria  assim: " A partir de hoje o colega H, quando estiver sentado a frente das classes, ele jamais conversará, ou seja, ficará quieto para não atrapalhar o ensino aprendizagem de seus colegas. Mas quando ele estiver entre sua colega Consoante e sua colega Vogal, no trabalho em grupo, ele poderá colaborar com sua pronuncia, justificando o som emitido...

     Enfim, depois de colocar todas as regras estabelecidas pela supervisora Gramática, a turma do Alfabeto, saiu para o recreio e foram brincar formando lindas palavras de encontro com que foi ensinado.

     Certamente, as letras jamais esquecerão a lição!
                                                                             Autora: Ester Moraes

sábado, 2 de julho de 2016

Atividades com jogos

Brincadeiras com regras:
Sombra: É uma espécie de passeio sincronizado. Forma-se uma fila de pessoas, uma atrás da outra, e o mestre fica na ponta. Tudo que o mestre fizer, os participantes deverão fazer também. Aonde ele entrar, os outros deverão entrar também. Se o mestre fizer exercícios corporais, posições e movimentos engraçados, todos deverão imitar.

Sincronismo: Jogo de duplas. Brinca uma dupla de cada vez. Os participantes segurarão as extremidades de uma folha de jornal. O mestre irá dinamizar as ações a serem cumpridas pelas duplas (correr, saltar, girar, etc.) sem que se rasgue o jornal. A dupla que ficar mais tempo com o jornal sem rasgar vence a prova.

Alerta: O jogador pega a bola, joga ela pra cima e grita o nome de uma pessoa. A pessoa que teve seu nome citado deve pegar a bola e gritar "Alerta!".

Imediatamente, todos devem ficar estátuas. O jogador da 3 passos e, parado, deverá tentar acertar com a bola na pessoa que tiver mais próxima. Se acertar, a pessoa atingida sai da brincadeira. Se errar, ele é quem sai.



Brincadeiras com mesmo número de participantes na equipe:

Centopéia: Jogam duas equipes. Em cada equipe, o primeiro jogador deverá colocar o braço esquerdo por baixo de suas pernas, que estarão afastadas; o segundo, que está atrás, deverá segurar a mão do primeiro com a sua mão direita e colocar o braço esquerdo por baixo de suas pernas, que estarão afastadas; o terceiro que está atrás, deverá segurar a mão do segundo com sua mão direita e colocar o braço esquerdo por baixo de suas pernas, que estarão afastadas, e assim sucessivamente, até chegar ao último da coluna, formando uma centopéia. Ao sinal do mestre, estas centopéias terão que correr até um trajeto e retornar ao lugar de origem. Se alguém romper, é só consertar, não há penalizações. Ganha a centopéia que chegar primeiro ao lugar inicial.

Numerobol: Jogam duas equipes divididas em dois lados. Os participantes ficam sentados paralelamente às linhas laterais da quadra formando uma fileira de número de integrantes igual. Cada jogador será numerado, na ordem da fileira, de 1 até 10, por exemplo. O mesmo para a outra equipe. No centro haverá uma bola e ao sinal do professor, que gritará um número, por exemplo, 7, os dois jogadores (um de cada equipe) que corresponderem ao número falado, devem sair da fila e ambos tentarão fazer uma cesta, disputando a bola. Ganha a equipe que somarem mais cestas.

 

terça-feira, 28 de junho de 2016

A importância das brincadeiras e jogos

Ao apoiar o desenvolvimento integral da criança, recordamos que a importância das brincadeiras permite realizar o seu maior potencial relacionando as atividades lúdicas com o seu desempenho na aprendizagem.

As brincadeiras são o meio através do qual a criança reflete, pratica e internaliza as ideias que foram observadas. Através de tentativa e erro, a criança experimenta novas habilidades sociais em uma miríade de experiências de brincadeiras. Existem inúmeras oportunidades para explorar novas abordagens, para atuar de forma independente, e observar as interações com os outros e com o ambiente. As crianças passam horas aperfeiçoando suas habilidades, expressando toda gama de sentimentos positivos e negativos.

A brincadeira dá as crianças à chance de conhecer os elementos através do controle e da manipulação do ambiente. Isto estimula o desenvolvimento físico, sensorial e motor. Os jogos de fantasia também incentivam o uso da linguagem e do conhecimento social. Naturalmente, as crianças também gostam das fantasias vivenciadas nas histórias que são usadas para incentivar o gosto pela leitura.

Todas as crianças são imaginativas e têm um potencial criativo enorme. Elas precisam de estímulos para se desenvolver e expressar essas habilidades. No desenvolvimento cognitivo, social e físico, os jogos criativos servem para muitos propósitos, proporcionando-lhes uma grande variedade de atividades que estimulam a expressão espontânea e expandem a sua imaginação.

Reconhecendo esses elementos dinâmicos dos jogos, incorporados nas aulas, mais do que simples apresentações de informações através da escrita, memorização e repetição, se estabelecerá novas experiências para aguçar as crianças a descobrir, experimentar a sua sede inata para a aprendizagem, a partir de brincadeiras imaginativas.

Muitas vezes, quando o professor participa como facilitador em seus jogos, o encaminhamento verbal excessivo pode inibir a criatividade individual e transformar o ambiente de aprendizagem em um lugar muito chato. A melhor maneira para facilitar as situações de jogo é oferecer sugestões para permitir a continuação e expansão das regras a serem seguidas nas brincadeiras.

As brincadeiras podem assumir muitas formas e maneiras desde o ativo ao passivo, do espontâneo ao previsto, de dentro para fora, pode ser solitária ou com amigos. Através de cuidadosas observações nas brincadeiras, o professor avalia o desenvolvimento integral da criança, registrando seu comportamento mediante suas expressões na turma.

A mente da criança é cheia de fantasias e por isso mesmo, o professor também tem que se voltar para o céu da sua imaginação com asas abertas, e o que é mais importante, transportar sua mente cuidadosamente em uma corrente de sintonia, inserindo essa criança no mundo de uma forma fácil e simples.

Com as brincadeiras, a criança adquire autoconfiança e independência. Nos jogos, ela não tem que conformar-se em satisfazer às expectativas dos outros. As brincadeiras podem revelar-se um agradável escape das frustrações da vida. Brincar livremente é vital para o desenvolvimento da saúde mental.

As crianças adquirem com o lúdico, habilidades e conceitos que serão utilizados no ensino-aprendizagem como: aumentam o vocabulário e a comunicação; habilidades de atenção; a observação e discriminação; a compreensão da lei de causa e efeito; a curiosidade; o desenvolvimento social; o pensamento criativo e o raciocínio nas inter-relações na criação dos jogos.

Sendo assim, na educação devemos promover a criatividade e fornecer espaço, tempo e materiais para a criança criar e recriar os processos de seu próprio desenvolvimento, seus dramas e as soluções únicas para cada problema. Elas são autorizadas a experimentar com idéias, o mundo que as cerca, ainda que saiba que não vai funcionar como apoio em sua realidade.

Desenhando na expressão abundante da imaginação, as brincadeiras são como a linguagem na vida da criança, fortalecendo os vínculos afetivos e transparecendo sua imagem como pequenos seres humanos incluídos na educação.

 

REFERÊNCIA:

Texto: Agitação que faz bem.pdf // por Anna Oliverio Ferraris

 

sábado, 25 de junho de 2016

A alegria proporcionada pelo brincar


A brincadeira está presente desde os primeiros atos ou ações do bebê. O mundo lúdico se origina nos jogos iniciais de perda e recuperação, encontro e separação. Inicia com uma atividade vital, muito poderosa, que embasa o treinamento motor, postural, sensorial e comunicação com o mundo externo.

     Pouco a pouco, a criança vai adquirindo e desenvolvendo qualidades e peculiaridades psíquicas, no atingimento do período  do pensamento mágico e da simbolização.

     A partir das brincadeiras, a possibilidade de sonhar e imaginar, permite recriar o mundo, as próprias vivências, explorando zonas desconhecidas da realidade, resgatando-as, pela criatividade e com a criatividade, conduzindo a novas aprendizagens.

     As brincadeiras de faz-de-conta exercem um papel significativo na formação da identidade das crianças, pois inconscientemente, a criança manifesta o que ela absorve nas suas experiências e as manifesta nas brincadeiras e assim vai formando conceitos para utilizá-los na sua vida adulta. Essas experiências podem ser prazerosas como desprazerosas.

     Os interesses variam de criança para criança, sendo que à medida que ela vai se desenvolvendo, ela passa a diferenciar o real do imaginário e as brincadeiras de faz-de-conta são deixadas de lado, mas outros interesses são despertados e novas brincadeiras vão surgindo.

     Relembrando que na minha infância, gostava muito de brincadeiras cantadas como: Senhor Caçador, O rato está em casa?, Passáras

     Em termos de viabilização da comunicação humana, as brincadeiras favoreceram-me trocas de experiências e enriquecimento na minha vida adulta, e hoje tento passar para as professoras como é importante desenvolver na educação infantil uma aprendizagem através das brincadeiras dando liberdade para as crianças se auto-decifrarem num mundo de descobertas.

 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Música na Educação


A partir das atividades e leituras realizadas na interdisciplinar de Música, pude perceber que o ser humano sempre se relacionou com o universo sonoro e, desde o início de sua história, percebeu com encantamento ou temor, sons vindos da natureza, produzidos por sua voz, por seu corpo ou pelos materiais de que dispunha. Percebia também o silêncio, calmaria, expectativa, medo, tensão...

A linguagem musical tem, em sua essência, um caráter lúdico, já que implica jogo de relação entre sons e silêncios.

Aspectos importantes e surpresas encontradas nesse processo:

A concepção a ser adotada nestes Referenciais propõe a compreensão da música como linguagem e objeto de conhecimento. Presente no cotidiano de modo intenso, através do rádio, da TV, das gravações, jingles e também por meio de brincadeiras e manifestações espontâneas com outras crianças, pela intervenção do professor ou familiares e outras situações de convívio social, a linguagem musical tem estrutura e características próprias, devendo ser considerada como área de trabalho organizado, estruturando-se por meio do fazer, perceber e refletir. Esta concepção propõe que a música seja entendida com a importância que tem no contexto  da cultura humana e seu conhecimento e uso não deve ser privilégio de poucos.

 

Possibilidade da utilização da música e suas diversas dimensões, como estratégia de ensino e aprendizagem na Educação Básica:

A música no contexto das escolas, prioritariamente, contribui para a formação integral das crianças. Por meio da linguagem musical, trabalhasse no sentido de contribuir para que o processo de crescimento e conhecimento do mundo aconteça de modo sensível e harmônico. Devemos  cuidar para que o contato com a linguagem musical seja organizado de modo a possibilitar a aquisição de capacidades possíveis e necessárias ao desenvolvimento das crianças.

Com o material "Explorando possibilidades vocais:da fala ao canto" de Agnes Schmeling e Lúcia Teixeira, tive a oportunidade de desenvolver atividades que incentivaram a apreciação musical na escola. Sem dúvida é um importante meio de inserção de cultura e prazer, julgando que as crianças desta idade já sabem relacionar a possibilidade de brincar com música, e com certeza,não há nada mais grandioso do que aprender brincando

 

REFERÊNCIAS

SCHMELING. Agnes; TEIXEIRA. Lúcia. Explorando possibilidades vocais: da fala ao canto

 

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A aprendizagem através da música

Assim como as histórias, em sala de aula, a música, também, faz parte do lúdico na escola entendida com a importância que tem  no contexto da cultura humana.
A música expressa diferentes emoções e estados de ânimo, acompanhando as mais diversas situações: é presença marcante e obrigatória em festas e comemorações.
Cantos, brincadeiras de roda, parlendas, trava-línguas, eram e são ainda, parte importante do brincar, parte da cultura da criança. Ainda que tenham sido substituídos, em muitos contextos, pela música veiculada pela mídia, pode-se afirmar que, de uma maneira ou outra, a música sempre esteve, e está, presente na vida da criança e no dia  a dia da educação.
Por meio da linguagem musical, trabalhamos no sentido de contribuir para que o processo de crescimento e conhecimento do mundo aconteça de modo sensível e harmônico.
A linguagem musical tem, em sua essência, um caráter lúdico, já que implica jogo de relações entre sons e silêncios. De forma ativa e contínua, a aprendizagem musical integra prática, reflexão e conscientização, encaminhando a experiência para níveis cada vez mais elaborados.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Respeito à diferença no contexto escolar

Respeitar as diferenças implica em conhecê-las. Uma das formas de ampliar o universo discursivo das crianças será coloca-las em contato com as diferenças através de vários textos e manifestação culturais como expressão de modos e formas próprias de ver o mundo, de viver e pensar. Músicas, poemas, histórias, bem como diferentes situações comunicativas constituem-se num rico material para isso.
"É importante lembrar de que é necessário que as escolas trabalhem, também, com as diferenças de sexo, classe, raça, etnia, idade, região, pois enquanto tais diferenças forem usadas para gerar e manter desvantagens e sofrimento humano, precisamos explicitar e desconstruir as práticas das diferenças".
                                                                                                                         (Giroux e Simon,1994)
 
"Criança: suas atividades lúdicas são fonte inesgotáveis de profundas aprendizagens, desenvolvimento e amadurecimento integral".

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Inclusão e exclusão na educação

No aspecto pedagógico, a escola necessitou adequar-se a necessidade de estudar a "inclusão e a exclusão na escola":
Antigamente, os deficientes eram segregados, afastados de qualquer convívio social, pois sua diferença era vista como maldição, destino ou qualquer tipo de crendice.
Afinal, o que era diferente era desconhecido e misterioso, e o desconhecido era fonte de medo. Do medo ao preconceito é um pulo, daí a exclusão absoluta das "pessoas diferentes".
A partir do século XIX, tempo de grandes descobertas no campo da medicina, da biologia e da saúde, passou-se a estudar os deficientes de modo a procurar respostas para seus problemas. Assim, começou o que se chama de segregação institucional: o deficiente era tratado como um doente em alguma instituição. Excluídos da família e da sociedade, portadores de deficiências eram acolhidos em asilos de caráter religioso, muitas vezes passando ali toda sua vida. Ao mesmo tempo, foram surgindo algumas escolas especiais e centros de reabilitação, pois a sociedade começava a admitir que deficientes poderiam ser produtivos se recebessem treinamento adequado.
Pouco a pouco, graças a organizações como a Sociedade Pestalozzi e a APAE, a questão da deficiência foi saindo do âmbito da saúde, afinal deficiente não é doente para o âmbito da educação.
A escola é o espaço no qual precisa acontecer o desenvolvimento de habilidades, potencialidades e produção de conhecimentos, seja como elemento para fundamentar reivindicações como transformadores na educação.

Parabéns Colegas Pedagogos

Parabéns a todos "Pedagogos" que dedicam cada minuto de suas vidas na arte de educar!                                         O...